quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Com Dilma o 7 a 1 é diário

Ano passado, durante a Copa do Mundo, a grande maioria dos brasileiros sabia que a seleção brasileira não seria a campeã do torneio. O time de Felipão não convencia. Teve dificuldades já na primeira partida. Além, é claro, da enorme dependência de Neymar. No entanto, acredito que ninguém esperava o desastre contra a Alemanha. Apesar do mau futebol apresentado, o 7 a 1 era impensável, uma tragédia. E tragédias não são acontecimentos previsíveis, ao contrário.

Em contra partida, o desastre econômico trazido pelo governo Dilma ao país era mais do que previsível. Era uma tragédia anunciada. Dilma, assim como Felipão durante a Copa, está perdida, sem rumo. Em português claro, parece um cego em tiroteio. O resultado: a economia brasileira desaba carregando o país inteiro junto.
Em suma, Dilma trouxe mais um 7 a 1 aos brasileiros. Agora, porém, o desastre é diário, enfrentado por todos a duras penas e não apenas um resultado simbólico. O símbolo é o de que, mais uma vez, o gerenciamento econômico com base na ideologia   fracassou - alguém pensou o contrário?

No último domingo (30/08), o economista José  Roberto Mendonça de Barros foi entrevistado no programa Canal Livre, da Band, segundo ele, a crise "encerra uma era" na economia brasileira. A era em que a economia brasileira - e não é a primeira vez - foi conduzida  "por uma visão de mundo". A de que o Estado pode e deve tudo. Visão de mundo que já estamos carecas de saber que só produzem colapsos econômicos e nada além deles.

Os governos petistas transformaram o já enorme Estado brasileiro num obeso mórbido. Megalomania típica das administrações esquerdistas. A crise de hoje é produto direto dessa visão de mundo equivocada. O Brasil não vive a penúria econômica por culpa de agentes internacionais ou algo do tipo. A gestão petista da economia, sobretudo do governo Dilma, construiu, lentamente, a atual recessão. Não vê, quem não quer.

Espero, sinceramente, que a gravidade dos fatos quebre por completo essa torta ideologia. E não espero deles, mas da população.

É chegada a hora de a população entender que o Estado não pode tudo e não deve poder. O mundo hoje, ontem e sempre é calcado na lei da escassez. A regra geral da humanidade não é a abundância, é a miséria. O mercado, com todos os seus defeitos, é o único agente capaz de reverter essa situação. O mercado gera a exceção, gera riqueza. E a ele, e somente ele, tal atribuição deve ser posta. Atribuir ao Estado o papel de motor da economia, de regulador e de gerador de riquezas é fórmula para o colapso econômico.

A esquerda, sobretudo a petista, abandonará suas fórmulas de gerir a economia? Não! Se ficarmos presos a eles o ciclo de crises é certeiro.

O Felipão foi substituído - nada muito melhor entrou em seu lugar, diga-se -, mas e o PT? E a Dilma? E essa visão de mundo? É papel da população brasileira substituí-los. Caso contrário, o 7 a 1 não vai embora tão cedo.




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