quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Por mais choques de realidade

A imagem do corpo do menino sírio, Aylan Kurdi, de apenas três anos, à beira do mar, em Bodrum, Turquia chocou o mundo. A fotografia rodou nas edições dos principais jornais do mundo. Alguns com uma cobertura mais honesta, trazendo, neste caso, a foto-notícia como ela é. Escancarando ao mundo questões humanitárias gravíssimas. Outros, sobretudo periódicos nacionais, optaram por amenizar o fato. Trouxeram fotos de menor impacto ou com avisos de conteúdo forte, agressivo. Nesse caso, tentaram, erroneamente, amenizar a realidade. A realidade é ruim demais para ser amenizada. Deve ser, ao contrário, escancarada.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Com Dilma o 7 a 1 é diário

Ano passado, durante a Copa do Mundo, a grande maioria dos brasileiros sabia que a seleção brasileira não seria a campeã do torneio. O time de Felipão não convencia. Teve dificuldades já na primeira partida. Além, é claro, da enorme dependência de Neymar. No entanto, acredito que ninguém esperava o desastre contra a Alemanha. Apesar do mau futebol apresentado, o 7 a 1 era impensável, uma tragédia. E tragédias não são acontecimentos previsíveis, ao contrário.

Em contra partida, o desastre econômico trazido pelo governo Dilma ao país era mais do que previsível. Era uma tragédia anunciada. Dilma, assim como Felipão durante a Copa, está perdida, sem rumo. Em português claro, parece um cego em tiroteio. O resultado: a economia brasileira desaba carregando o país inteiro junto.
Em suma, Dilma trouxe mais um 7 a 1 aos brasileiros. Agora, porém, o desastre é diário, enfrentado por todos a duras penas e não apenas um resultado simbólico. O símbolo é o de que, mais uma vez, o gerenciamento econômico com base na ideologia   fracassou - alguém pensou o contrário?