segunda-feira, 16 de março de 2015

Petrópolis foi às ruas contra o PT

Assim como em diversas cidades do Brasil, Petrópolis foi às ruas hoje (15/03). Num dia que deverá entrar para a história. A manifestação que ocorreu hoje foi organizada pelo Facebook e contou com cerca de 3 mil manifestantes, segundo estimativas da Polícia Militar e dos organizadores do evento.  A concentração de pessoas teve início pouco antes das 16:00 - horário em que o protesto se iniciou - na Praça D.Pedro. O protesto durou pouco mais de 1 hora e 40 minutos. Manifestantes marcharam por variadas ruas do Centro Histórico. Ao fim, os manifestantes se dispersaram na Rua da Imperatriz, na altura da Câmara dos Vereadores e do Centro de Cultura Raul de Leoni. A manifestação contou com o apoio de caminhoneiros, que levaram caminhões com cartazes em protesto ao governo Dilma. Segundo a PM, nenhum ato de violência foi registrado no Centro Histórico e a manifestação ocorreu pacífica.

segunda-feira, 9 de março de 2015

O PMDB na ofensiva

Na última sexta-feira (06/03) o ministro Teori Zavascki, do STF, quebrou o sigilo das investigações da Operação Lava Jato e divulgou a lista com os nomes de todos os políticos citados nos depoimento de delação premiada. Caciques políticos como o Presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e o Presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) estão na lista. Além deles, importantes lideranças do Palácio do Planalto no senado, como o ex-candidato ao governo do Rio, senador Lindberg Farias (PT-RJ) e a também senadora e ex-candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann, também estão na lista. Assim como ocorreu logo depois do julgamento do Menasalão, quando o governo quis aprovar a PEC 137, o Ministério Público e a Polícia Federal podem receber retaliações do Congresso. Com tantos caciques políticos investigados, o MP deve se cuidar. O Congresso não vai deixar barato.

quarta-feira, 4 de março de 2015

O inferno político de Dilma

O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), colocou lenha - e muita lenha - no inferno político vivido pela presidente Dilma nesses primeiros meses de seu segundo mandato. Anteontem (2/03), o senador se desconvidou e não compareceu a um jantar entre a presidente e lideranças do PMDB no Palácio do Planalto. Ontem, Renan devolveu à presidência da República uma Medida Provisória que aumentava a carga tributária da folha salarial de 59 setores do país. Ao todo, o aumento de impostos chegava à expressivos 150%. Com o aumento o governo federal busca arrecadar pouco mais de R$5 bilhões em 2015 e quase R$17 bilhões em 2016. A MP era fator importante do ajuste fiscal pretendido pelo governo. A MP, agora, volta em forma de Projeto de Lei e deve ser votada e aprovada pelas duas casas do Congresso para que entre em vigor. O que, no melhor dos cenários e humores políticos, leva tempo. Coisa que o governo não tem.