sábado, 30 de agosto de 2014

Eleições 2014: o fenômeno Marina Silva

As últimas pesquisas de intenções de voto para presidente da República mostram um avassalador crescimento da candidata do PSB, Marina Silva.

Pesquisa Datafolha (18/08)
Na primeira pesquisa Datafolha sem o nome de Eduardo Campos, divulgada no dia 18/08, encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo, Marina já aparecia a frente de Aécio Neves (PSDB), mas com empate técnico. E em relação a candidata do PT, Dilma Roussef, Marina aparecia com 15 pontos percentuais a menos. Em relação a última pesquisa que ainda contava com o nome de Campos, Marina agregou 13 pontos percentuais. O máximo que o ex-governador de Pernambuco conseguiu chegar foi em 11% das intenções de voto.


Eleições 2014 no blog: alguns recados

Foi dada a largada. A corrida presidencial finalmente começou (começou com a morte de Eduardo Campos, mas não tive tempo de comentar). As principais sabatinas já ocorreram e o primeiro debate também, a propaganda eleitoral está a todo vapor e eu não pude comentá-los como desejava fazer, porém, pretendo tirar o atraso. Neste mês de setembro, principalmente, tentarei tecer comentários acerca dos debates, das entrevistas, das pesquisas e dos 'causos' que cercam uma eleição presidencial. Ainda hoje vou escrever alguns comentários sobre a última pesquisa IBOPE e sobre a pesquisa Datafolha divulgada ontem (29/08).


sábado, 9 de agosto de 2014

Eu botafoguense

Tornei-me botafoguense aos 12 anos. Em 2007. Antes era botafoguense por convenção familiar. Era o primeiro jogo da final do Campeonato Carioca daquele ano. Maracanã lotado para assistir Botafogo e Flamengo disputarem a decisão do campeonato.

O primeiro tempo daquele jogo me fez botafoguense e, infelizmente, o segundo também. Sob o comando de Cuca e sob o pés de Dodô o Botafogo me encantou. Torci, vibrei, gritei gol - com vontade - pela primeira vez na minha vida naquela tarde de domingo. O Botafogo jogava melhor que o Flamengo, jogava bem. Aos 32' do primeiro tempo a jogada saiu dos pés de Jorge Henrique, na ponta esquerda. Ele tocou para Zé Roberto que saiu como um monstro pela esquerda até a área e tocou para os pés de Dodô - o artilheiro - que fez o primeiro gol daquele jogo. Me vi em êxtase. Eu e meu tio pulamos do sofá gritando gol. O "botafoguismo" começava a fluir em mim. Depois do gol o Botafogo passou a jogar ainda melhor que o Flamengo. E aos 40', apenas 8 minutos depois, saiu o segundo gol. Lúcio Flávio saiu pelo meio, passou por 3, 4 jogadores e numa jogada linda marcou o segundo. Gritei de novo. Dois a zero para o Botafogo. No primeiro tempo. Numa final de campeonato e contra o maior rival. Na minha ingênua cabeça de torcedor que acabara de se formar estava tudo ganho. Mas veio o segundo tempo.