domingo, 14 de julho de 2013

Man of Steel: o que achei

Oi, como vão vocês ? Semana bem atípica para este blog, não é ? Já é o terceiro texto, só essa semana. Isso tem um motivo e o seu nome é: férias. Mas não vou escrever sobre as minhas férias e sim sobre o filme que vi hoje: O Homem de Aço. Lembrando que não sou nenhum crítico ou expert em cinema, portanto, vou escrever aquilo que achei do filme. Let's go !


Bem, vamos começar pelo começo. Achei muito interessante o filme começar em Krypton, porque pela primeira vez deu-se uma importância maior a Kypton. Ali, logo no início, já temos boas cenas de ação - com porrada mesmo - e ótimos efeitos retratando o planeta e tudo mais. Também é interessante pois conseguimos ter uma ideia melhor de como era Krypton e de como e porque explodiu. Importante ressaltar que nesse início o vilão do filme, general Zod, já nos é apresentado. A propósito, achei muito acertada a escolha de Zod como vilão deste filme e a atuação de Michael Shannon (General Zod) foi muito fiel, ele deu veracidade ao temido general. Depois a história pula diretamente para os dias de hoje, Clark com 33 anos - bem sugestivo né ?- e, por meio de flash backs, a infância do Super é contada. Muito bom que não ficaram explorando coisas como, quando ele descobre que tem poderes ou o primeiro carro que ele arremessou longe, mas sim a dificuldade dele em lidar com seus poderes e digo isso nos dois sentidos; a dificuldade física de controlar seus poderes e a dificuldade moral de saber quem é e de ser aceito. E então já acontece um salvamento: uma plataforma de petróleo em chamas e ali ele já tem um revés - coisa comum para esse Super -, já que o salvamento não foi tão triunfal e ele acaba caído no mar.

Achei um tanto confuso o momento em que o Super e Lois se conhecem. Os dois no mesmo lugar e - não é o Planeta Diário - bang se conhecem. É estranho, mas aceitável. Porém, fica interessante depois, pois o Super encontra sua 'fortaleza da solidão' enquanto Lois o seguia com sua câmera fotográfica no maior estilo jornalista enxerida. Ouvi pessoas no cinema dizendo que sentiram falta daquela coisa de Lois, Clark e Superman. Um triângulo entre duas pessoas. Nesse filme a abordagem é outra. Lois de cara já sabe de tudo. Eu também achei estranho, mas depois gostei, porque fugiu do clichê Lois e Clark. Então, Zod aparece para todos no maior estilo O Chamado e anuncia que há um semelhante seu entre os terráqueos. Daí em diante são muitas e eu disse MUITAS cenas de ação. Os Kryptonianos lutando com Clark, Zod lutando com Clark, cidades destruídas, naves aterrissando na terra. Confesso que houve momentos em que parecia estar assistindo Guerra dos Mundos. Tenho que falar novamente que os efeitos especiais são muito bons, apesar de meio sombrio e escuro o filme é muito bonito, visualmente. E o que dizer sobre a luta entre Zod e Clark. Senti falta da épica frase: "Ajoelhe-se perante Zod", mas isso é coisa de fã. A luta é longa, os caras parecem deuses lutando. Destruindo um prédio a cada murro que davam. Lembrei-me da épica luta entre Superman e Darkseid na animação Liga da Justiça Sem Limites, foi bem parecida. E o clímax da luta é quando o Superman mata, isso mesmo, mata o general Zod. É uma ótima cena, é impactante, ainda mais para o Superman, o maior herói de todos e heróis não matam. Eu gostei desse Superman que mata.

Bem, não há muito mais o que dizer. O filme claramente tem a pegada do Nolan - sim, aquele da trilogia Batman - é sombrio, escuro, tem pegadas humanísticas e um pé na realidade. O que é muito bom. Só acho que se tratando do Superman o filme poderia ser mais descontraído, menos sisudo, apesar de ter funcionado perfeitamente. Mais uma coisa, funcionou muito bem o paralelo feito pelo David Goyer (roteiro) entre Clark e Jesus Cristo. Então, assistam, tem porrada, tem história, tem profundidade e, na minha opinião, conseguiu abrir o universo DC nos cinemas. Que venham outros. 



P.S* Não vi o tal easter egg onde o símbolo da Wayne Enterprises aparece  DX

sexta-feira, 12 de julho de 2013

E nós ? 2014 é logo ali !

O mês de junho passou. Um junho atípico. Manifestações varreram o país, do Caburaí ao Chuí google it. Em Brasília o Congresso e o Planalto se apressaram em mostrar serviço. A presidente mais que depressa foi à TV se pronunciar e tentar acalmar as massas. O Congresso rejeitou a temida PEC 37/2011. Falou-se muito em reforma disso, plebiscito daquilo, constituinte pra lá e royalties pra cá. No entanto, depois desse junho histórico - como alguns veículos de comunicação classificaram - nada de muito concreto foi feito ou dito. As massas já se acalmaram - exceto pelas centrais sindicais, que insistem na sua "luta" - o Brasil ganhou a copinha de nome comprido, os tradicionais campeonatos de futebol retornaram e a impressão que fica é a de que o governo não entendeu direito o recado, gritado, pelas ruas e de que as "ruas" se encolheram muito depressa.

As manifestações, ao contrário do que todos adoram dizer por aí, não são de difícil entendimento, na verdade, são bem simples. O povo só pediu que as instituições da república, que os três poderes façam aquilo que lhes é de função.Nada de muito complicado, certo ? O povo quer reais e funcionais investimentos em educação, saúde e transporte. O povo quer políticos e instituições mais transparentes, no mínimo, éticas. O povo quer ver projetos e leis que sejam do interesse de toda a sociedade, quer ver medidas que façam a economia sair da letargia em que se encontra, o povo quer que o governo dê jeito nessa inflação que, ao contrário do que dona Dilma diz, não parece e não está controlada, o povo quer que o governo pare com seus programas popularescos e, de fato, comece a administrar o país. Em suma, o povo quer que os políticos cumpram aquilo que lhes foi dito nas eleições passadas e nada mais. Não vai ser com uma constituinte sei lá de onde que vamos dar jeito nessa coisa toda dona Dilma, seja prática e eficiente. 

Já sabemos de cor e salteado o que o governo, os políticos e as instituições da república devem fazer, mas e nós ? O que devemos fazer ?  Creio que uma parte do que devemos fazer já foi feita em junho. Demos o recado. Entretanto, de nada adianta ficar organizando passeatas e manifestações eternamente. O próximo passo é fiscalizar, tentar, ao máximo, ficar de olho no que o governo faz e deixa de fazer. Não seja politizado por modinha, seja politizado sempre.
Se junho de 2013 foi histórico, façamos histórico o outubro de 2014. Ele sim pode mudar, de fato, alguma coisa.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dez minutos

(...) 02:39, é difícil
Nada na cabeça
E a inspiração ? 
Madrugada,
calma, 
fria, 
silenciosa
Nem um pio
Nem um assovio
Só o frio
Nem pensamento
Nem adendo
Só a dentro
Nada sai
Tudo se esvai
Ideias vêm e vão
Mas nunca se "dão"
E então ?
Sem inspiração
Sem "manifestação"
Só desatenção
02:49 (...)